
Mato-te de enorme prazer
Para que mates a minha sede…
Vem para as tuas sementes comer
Não me olhes pois olhar o prazer não mede…
Fixa-te nos meus olhos
Sente os meus lábios
Sente o meu corpo no teu
E deixa-te perder sem recorrer a astrolábios
Os teus lábios…sinto-os eu
Enquanto entro no teu ser
Sente-me, sente-te no apogeu
Deixa que o teu prazer vou tecer
Em prazeres envolvo-te…
E aconchego-me no teu seio
Tiro-te o pensamento e devolvo-te
Para te dar prazer á virtude no meio
Por isso grita! Deixa que a energia saia!
Diz o meu nome pela alma!
Grita pois o teu corpo desmaia!
Grita! Pois a seguir vem calma…
Depois…na calma espera por mais…
Porque volto e voltarei…para aqui…
Descuidando nas demais…
Porque por muitas que eu passe…só te quero a ti…
Afonso Homem
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