
Stress! Doce stress
Que enlouquece
Meu corpo estremece
Com tua louca “benesse"
Tu que apareces do nada e me atormentas…
Fodasse para ti e os males que alimentas!
Mas que merda é esta? Stress?!
Não é mais que esterco sem corpo que nos adormece…
E nos envenena contra nós mesmos e o mundo
E o mal é que só o sabemos no fundo
No escuro caralho do tudo
Stress…que nos reduz á baixaria!
Que nos remete á putaria!
Da louca reacção de nervoso puro
Sem mais verdade que o duro
Do carvoeiro mais escuro…
Oh! Stress…seu merdas impiedoso
Seu monstro horroroso!
Odeio-te por tudo o que provocas em mim!
E por isso me deixas tão mal assim…
Alberto Pinheiro.
