quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Stress



Stress! Doce stress

Que enlouquece

Meu corpo estremece

Com tua louca “benesse"


Tu que apareces do nada e me atormentas…

Fodasse para ti e os males que alimentas!

Mas que merda é esta? Stress?!

Não é mais que esterco sem corpo que nos adormece…

E nos envenena contra nós mesmos e o mundo

E o mal é que só o sabemos no fundo

No escuro caralho do tudo


Stress…que nos reduz á baixaria!

Que nos remete á putaria!

Da louca reacção de nervoso puro

Sem mais verdade que o duro

Do carvoeiro mais escuro…


Oh! Stress…seu merdas impiedoso

Seu monstro horroroso!

Odeio-te por tudo o que provocas em mim!

E por isso me deixas tão mal assim…


Alberto Pinheiro.

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