
Morrem corpos…corpos de vida duvidosa
Levam a vida de meu pecado, vida belamente horrorosa
De alma dúbia enchem a terra do delicioso pecado
E sem harpa, mas ceifa escrevo seu alegre fado
Como se sem buraco se encontrassem
E no eterno pecado se refugiassem
Porque os seres desta profana terra tornam-se servos
Servindo a minha poesia como diabretes com nervos
E na alegre lugubridade da escrita da morte
Não se encontra tamanha sorte
Que se não a besta a subir dos infernos
A levar-vos depois de rasgar meus cadernos
Depois de cadernos rasgar-vos-á a pele morta
Que nunca esteve viva, mas na distracção absorta
Pensando penosamente viver
Mas não fazendo mais que morrer,
Sem antes a vida ganhar
Apesar de contrariamente no seu degredo se enterrar
Lucifer.
deve ser dos pré-18 anos ou algo do género, mas a realidade é que tens jeito para a coisa :)
ResponderEliminarObrigado Helena =P
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